Intensivo de YogaLivre

®edsonmoreira

De que depende o ensino do Yoga?

 Apenas da felicidade que o professor já sente. Quando ele sabe que a santidade é sua natureza real e que seu corpo não é um obstáculo para a luz ele pode sem dúvida ensinar essa alegria aos seus alunos, pois não os deixará a mercê das técnicas ancestrais que visão refazer, reformar e unificar o praticante com Deus. Quando ele sabe que a luz, a alegria, a verdade e a paz nunca o deixou, as técnicas podem ser usada pois não reforçará a ilusão de que elas são a salvação pelo corpo. Nada na vida do praticante se dá sem que ele queira e o yoga não afeta a liberdade que cada ser já tem. Aquilo que buscamos somos e o alcançar de degraus já é um fato, pois estamos onde Deus nos pois. Respirar, relaxar, exercitar, meditar só é possível se a unidade entre o espirito, a personalidade e o corpo estiver estabelecida e isso não depende de nada externo, apenas da vontade e compreensão de cada um. Não transforme o yoga numa magia pois o feitiço só cairá sobre si mesmo.

 Que diferença há entre o que ensinamos e o que praticamos na vida?

 Alcançar o yoga com corpo é mais uma ilusão e quem tem se dedicado a isso sabe do que estou a falar, pois o tempo e o espaço para que a iluminação aconteça é o que hora afasta o praticante desse reconhecimento. Como pode o irreal trazer o real? Como pode um corpo perecível trazer a verdade pelos sentidos da cara? A vida do yogi buscando romper os limites do corpo é infindável, já que esses limites estarão sempre a frente da vontade do praticante. O feito é passado e o que está por vir é insondável, assim viver feliz agora é o verdadeiro yoga que a maioria dos praticantes desconhecem. Nenhuma experiência hoje é igual ao que foi vivido, portanto a iluminação não depende de experiências prévias nem da imaginação de que amanhã será diferente. Falta apenas decidirmos entre a ilusão e a verdade para restaurar a luz do mundo.

 É possível que o professor tenha um nível diferente do aluno?

 Jamais! essa é a maior ilusão do Yogi. Sendo um com todos como podemos ser isso e ensinarmos aquela vida diferente para o outro. O problema da vida é o mesmo para todos, apenas uma ilusão de que estamos separados e temos que gerar esforços, sacrifícios e merecimentos para restaurar a luz do que somos. Acreditamos que o lugar para sermos felizes não é esse e que a felicidade depende dos consumos que fazemos de tudo inclusive de amigos. Alimentamos a escassez de tudo inclusive de nós mesmo e acreditando vir de fora o homem vem padecendo há milhares de anos. Em se tratando de técnicas, o ensinamento se for diferente, o aluno não consegue realizar, pois falamos de algo que ele não compreende. Se aquilo que foi designado como avançado for ensinado para um noviço e for compreendido é prova de que o professor estava iludido sobre o pensamento que havia posto num nível superior. Ao contrário, se o aluno não atingir o grau que o professor estiver ensinando é sinal que seu ensino não serve pois a compreensão falhará para ambos. Assim, é sem dúvida que o nível entre todos nós é o mesmo caindo por terra todas as diferenças que usamos para sermos especiais em detrimento da ineficiência do outro.

 Porque o nível do professor tem de ser o mesmo do aluno?

 Para que se o pensamento seja vivido por ambos e a mesma verdade possa ser corroborada. Manter posições diferentes em relação aos nossos alunos só mostra que alguém sai da sua própria natureza real e o ensino baseado nisso não alimenta o espírito nem a alma senão ao ego. Fazer diferença naquilo que não pode ser diferente é o grande problema do ser humano que nunca se permitiu ser igual a todos criando um fosso de ignorância suficiente para eliminar a felicidade inata. Quando o aluno olha para o professor e o ver diferente ele se coloca sempre numa posição miserável de existência que crer que pode continuar errando na vida e se deixando levar pelo desmazelo já que haverá um professor evoluído que o livrará da sua insanidade. Um professor enfermo não pode curar o aluno.

 Como curar sem está curado?

 Como posso eliminar o erro no outro se em mim ele está acontecendo? Como posso ensinar tendo medo e dúvidas sem os repassar? Simplesmente não podemos! Antes de querer curar o outro é preciso está curado, antes de destemer o outro é preciso ser encorajado, ao contrário estaremos apenas repassando nossa vã sabedoria. O nosso ensino jamais deveria ser baseado em nossas habilidades corporais , senão na dissolução de todas as nossas dúvidas. O corpo jamais fará algo errado com uma orientação correta advinda do espírito pessoal de cada um. O professor desatento apenas luta no ringue estabelecido pelo ego e no final ambos professor e aluno permanecem iludidos em perceber onde está o fracasso da prática. Anos a fio sem obter iluminação e os dois se sustentando na insanidade do outro buscando achar no corpo o elixir da verdade, bondade e beleza de Deus.

 Onde está o erro na mente ou no corpo?

 Corpo e mente são instrumentos do aprendizado que a personalidade precisa estabelecer em sua vida. O corpo assim como a mente só escreve aquilo que a personalidade dita e sendo uma ordem mal posta logicamente que o efeito será igual. Assim a doença do aluno e a do professor jamais esteve no corpo ou na mente deles senão na própria pessoa que nunca resolveu definitivamente abandonar a ilusão. Basear a cura nos efeitos visto na mente ou no corpo é considerar que o meio é diferente do fim. Causa e efeito jamais podem ser dissociados, sendo assim é insano buscar a cura dos efeitos achando que apaziguamos a causa. Quanto de energia aplicamos buscando alcançar a flexibilidade do corpo e o que mudou quando conseguimos por a testa no joelho? Quantas tentativas para meditar e quantos entre nós encontramos o instante meditativo onde o conflito entre a personalidade e o ego desapareceu? Será que ainda não vemos que a prática é insuficiente para erradicar os erros que por direito cometemos na vida? Estamos a espera de que para decidir iluminar o mundo com nossa luz?

 É possível sanar o corpo com as técnicas do Yoga?

Claro que não, enquanto persistir a causa da insanidade nada se alterae a ilusão cresce a custa do tempo e do espaço que nós descontinuamos na vida e a espera da graça só gera mais amargura. O homem se reinventou e o que pensa ser não deixa o real ser criado por Deus aparecer. Assim os dias seguem na fila do desespero ora se sentindo privilegiado ora abandonado por Deus. Pedimos a cura, mas quem está verdadeiramente querendo se livrar da dor? Observe-se e veja onde seus erros começam todos os dias, é tão difícil assim abandona-los e concertar a estrada da vida? Os condicionamentos, a luz de Patanjali, fizeram com que Shiva nos trouxesse o yoga, mas a prática passou a ser exclusivamente feita com o corpo para resolver o problema enviado pelo individuo através da mente. Como pode uma prática nova que gera um condicionamento igual a qualquer vício gerar a cura da causa da ilusão.

 Até quando o yogi verá o seu corpo como sua residência?

 Um yogi distraído vive dentro do corpo e oscila entre a dor e o prazer. E se não houvesse a dor no corpo será que o yogi apareceria para transforma-la em prazer? Essa é uma questão plausível de erro por parte do indivíduo que antes de se tornar yogi assume-se um praticantes das atribulações corporais. Trocar a dor pelo prazer não altera a certeza de quem vive cultuando o templo corporal. Os olhos só deveriam ser postos no corpo depois que a realidade mental estivesse consolidada no espírito, pois a imediata busca de sanar os efeitos nos faz esquecer a verdadeira causa da nossa insanidade. Abdica esse cuidado excessivo com o corpo para que a mente te mostre que a tua possibilidade de revelar a tua felicidade só pode vir através dela quando enviada por teu espírito pessoal. Isso é assim porque de modo geral o ser humano vive a ilusão criada por seu ego e como também tem a volição para decidir o que trocar a cada hora pensa que está no controle de poder exercer sua própria vontade sobre si mesmo. De nada adianta sabermos que somos livres naturalmente se não estamos submetidos a nossa própria vontade. Antes de entregarmos ao nosso espírito precisamos com exatidão estarmos realizando a nossa própria vontade e pergunto, você vive a sua própria vontade? Ou apenas decide entre a dor e o prazer que seu corpo gera quando devota os ensinamentos do seu ego? A vida yogi é consistente, pois o seu despertar mostra que a sua vontade é a mesma de seu espírito. Só isso alimenta verdadeiramente a sua alma.

 Onde vive o purusha na mente, no coração ou no corpo?

 A distância entre você e seu espírito é menor que a distância entre você e seu coração, do mesmo modo que a distância entre você e sua mente é menor que entre você e sua mão. Desalinhado, é difícil percebermos isso e raro foram os seres humanos que sempre se mantiveram em coesão com seu espírito pessoal, a ilusão veio sendo repassada por todos os nossos ancestrais e agora para a maioria é difícil abandonar essa ilusão. Descobriu-se que no erro é mais fácil viver. Ninguém praticamente escapou e mesmo nos estudos sérios do tantrismo, shivaismo, entre outros, apareceu-nos a ilusão como uma dimensão universal, um estado quase obrigatório criado por Deus. A insanidade é tão bizarra que nem Deus escapou aos olhos humanos. Ao descender, Ele próprio passa por um mundo ilusório criado por ele mesmo para poder jogar. Chegamos a acreditar que vivemos a mercê do controle do Altíssimo testando nosso intelecto e nosso merecimento para ver se saímos do xeque-mate da vida. Parece que o sacrifício é a redenção. E não é o yoga uma forma sacrificial para o merecimento da luz? Uma brincadeira de mal gosto criada pelo homem tentando controlar o outro e atribuída a Deus, pois ela funciona como um álibi para permanecer inocente diante de todas as culpas que bem sabemos criar com os ensinamentos de nosso ego. Como resolver a charada se é que ela existe? pois ilusão só existe para o homem que a pratica. Do mesmo modo é a verdade que que os yogis buscam com o samádhi, ela não está no corpo, mas na mente e por ela podemos ir para todos os mundos e de volta para casa. Desperte e veja sua natureza espelhada em sua mente.

 Porque é tão rara a comunicação entre o espirito e a personalidade?

 Somente o é pra quem se dedica a ouvir a voz do ego que extremadamente nos confina no mundo da ilusão vivendo uma vida de ilusão e repassando ilusão num tráfico interminável de maléficas influências. Somente é assim porque não preferimos ouvir os chamados de nosso senhor interno e isso vem fazendo a natureza humana ser penalizada por ela mesma, cada um se desculpando e atribuindo a causa do erro ao outros. Espiritualidade é um chamamento de Deus até nós e uma elevação de nós até Ele para ouvir seus ensinamentos e os aplicar na vida de nossos irmãos. A benesse dessa unicidade entre nós e Ele é o efeito que recai sobre nós pelo cuidado sobre o outro. Acreditar que as práticas corporais nos fará pessoas melhores é fora de proposito daí que é emergente a virada de olhar para deixar que a visão seja de dentro e não através dos olhos. A prática acaba sendo um egoísmo circunstancial devido a um equivoco irreal em nossa maneira de olhar, pois o perdão não deveria ser pedido em forma de prece feita com o corpo(sádhaná) mas sim um perdão aos ataques severos que fazemos aos nossos irmãos de luz vivendo na terra. Yoga é espiritualidade e sempre será, advogar a felicidade a si mesmo sentado em lótus não dará nada mais do que câimbras existenciais e insucesso na procura de uma sociedade melhor. Para além de sermos visto como gente esquisita. O mantra namaste só quando visto a santidade do outro e não para o corpo.

 Sendo santo, de que servirá praticar as técnicas yogis?

Para nada! pois os propósito da prática cai por terra. O incremento da saúde não vem do próprio corpo. A imunologia é na mente e não na carne. Vejo excelentes praticantes padecendo da saúde por vagas mentais de descuido para a voz do Espirito. Os yogis olham para os circenses e dizem que eles não são yogis, porque estão dedicados ao corpo somente. Qual a diferença que vês entre tu e um atleta? Como podemos usar o corpo e comunicar com o espirito que é o papel do yogi? Na mente, não há limite para o yogi, exceto sua compreensão que ainda não chegou naquela exigência de conhecer o que precisa, ao passo que mesmo tendo um dinâmico domínio de seu corpo sempre haverá um limite para refrear a sua pesquisa. É por isso que o corpo não pode ser o meio e tampouco o fim, cumpre unificar a ideia e saber que as resoluções corporais são todas tomada pelo espírito, pela alma e pela personalidade, jamais pelo próprio corpo mesmo num grau elevado de dependência física como parece existir. É disso que resulta uma experiência yogi e jamais uma prática em forma de treinamento repetição e outros condicionamentos que apenas estressam a carne do praticante. Observe suas frustações por não conseguir obter um efeito diferente da própria prática pois um estiramento só proporciona um alongamento e nada mais. Para esse cumprimento qualquer espécie de trabalho físico seria yoga já que estirando o músculo ele reagirá sempre. Lembre-se sempre que o nível mental da prática produz no corpo 80% de beneficio faltando apenas os 20% da mecânica corporal, o que na verdade significa quase nada. A santidade entre todos nós precisa apenas ser reconhecida e jamais criada por qualquer manifestação corporal. A carne é fraca porque não conhece o espírito e por isso volta em pouco tempo para o pó de onde veio.

 Porque que a prática das técnicas demora tanto para efetivar a cura do yogi?

 Porque não consegue de fato curar. Quando algo retratado no corpo muda é porque na mente cessou o conflito. O espirito não adoece, a alma só se alimenta de qualidades desenvolvidas entre todos os homens, por isso que no corpo não há alimento nem para o espírito nem tampouco para a alma. O tempo é escasso porque somente olhando pelos cinco sentidos é que ele pode ser contado e nos encontramos sempre a faltar apressando a cada dia mais as práticas corporais para atingir o sucesso na vida, pois é para o que serve os esforços. Nada advindo do corpo nos faz ver a vida realmente como Deus a criou. Ou abrimos mão dessa ilusão ou poremos mais a dentro a humanidade nesse mar de ilusão. Ajudemos a salvar o mundo, isso não depende de esforços, apenas de devoção e respeito a Deus e aos Homens nossos irmãos. Os problemas apenas existem porque cada um quer resolver ao seu modo, mas dar as mãos é resolver todos os impasses que a vida vem repassando para nós e quando isso acontecer o problema já não existirá mas e a humanidade estará liberta efetivamente.

 Quem está ordenando a mente quando praticamos, a técnica ou o praticante?

 O yogi fica perdido quando a técnica fala mais alto que sua vontade. Parece que existe um modo perfeito de praticar cada técnica e por isso o praticante cede aos apelos dos ajustes gerado pelo professor em sala de prática. Isso é absurdo pois o yoga é visto por outra pessoa no corpo do aluno. Claro que é um yogi mais velho que exerce essa maestria, mas entre o que ele ver e sente e o que seu aluno pode entender com ajustes em seu corpo jamais revelará o conhecimento verdadeiro dessa arte. Até pode ser certa uma correção para ajustar um osso ou um músculo, mas daqui que possamos chamar isso yoga nasce uma distância imensa entre o aluno, seu corpo, sua mente, seu espirito, a metodologia e o professor como orientador. O yoga é um conhecimento universal que revela a relação direta entre o espirito do praticante e ele mesmo, a alma e suas necessidades, a mente e os ajustes necessários para que haja a fusão entre a personalidade e o espírito pessoal. Sem isso qualquer tentativa prática é uma mera ilusão e distorção do verdadeiro objetivo dessa filosofia arte. O yoga não cabe nem nas percepções do professor sobre o aluno nem nas do aluno sobre seu corpo. As duas premissas são ilusão e por isso é que o yoga demora anos para fecundar uma realidade na vida dos yogi-s. Se Yoga é a fusão do prána com apána, significa que essa fusão tem que ser feita pela unicidade da vontade do yogi com a do seu espirito. Qualquer interferência nesses ajustes desviará o yogi para fora e a voz predominante será a do seu professor e na maioria das vezes a do ego do próprio aluno. Isso tem que parar e o professor precisa libertar o aluno para que possa se expressar ao seu modo quando orientado por ele em sala de prática.

 Porque chegamos ao ponto de o método falar mais do que o praticante?

 A parte ruim da tradição é que o aluno tem de seguir um caminho já feito pelo yogi ancestral que na maioria das vezes só alcançou níveis de satisfação corporal, e é por isso que ao longo da história foram poucos os yogi-s que se expressaram como iluminados. Nenhuma metodologia traz o samádhi para o aluno, esse só nasce da relação entre o praticante e seu próprio espírito que dispensa para ele o conhecimento sobre sua natureza real criada por Deus. Uma vez sabedor de si mesmo ele decide por aceitar o plano de Deus para a sua vida e é quando o samádhi se dá. Acreditar que o samádhi advém da união energética de prána e apána sobre o corpo etérico é tonto e não cabe mais transmitir essa ideia. É daí que nasce os perigos da prática do despertar da Kundaliní e o Yogi não pode de modo algum aumentar seus medos buscando a fusão com seu espírito. Os acidentes no corpo físico são da mesma natureza dos perpetrado pelo esforço sobre seu corpo de luz, pois o samádhi não advém de nenhum esforço e jamais uma habilidade corporal poderia fazer eclodir esse poder divino resguardado no sacro. A tradição de qualquer metodologia, na verdade só prepara o aluno para ser um seguidor do professor e com o tempo ele abandona a tradição por não lhe dá o que aspira com a prática.

 Depois de todas essas conclusões ainda é possível continuar adotando as técnicas yogis?    

 Claro, pois um yogi desperto sabe que seu corpo não é a causa da sua existência. Ele sabe que vive na sua mente e que essa lhe conecta com seu monitor interno e dessa relação nasce o poder da verdade universal. Ambos compartilham da mesma vontade e dessa unificação se dá o nirvikalpa samádhi e sem perigo de retrocesso. Não se trata de treinar uma habilidade corporal, mas apenas desenvolver todas as qualidades mentais que iram alimentar sua alma para permitir a transcendência desse planeta para níveis elevados nos universos a fora em direção a casa de Deus. A prática jamais é sozinho, pois as qualidades só nascem da realação entre dois ou mais yogis. As técnicas seguiram apenas um curso para deixar o corpo em bom funcionamento e mesmo para isso é da mente que vem a verdadeira realização de uma saúde integral. O yogi ordena, sua mente coordena e seu corpo obedece suas instrução buscadas em seu espírito pessoal. O ego já não fala e para longe vai o perigo da fama. O trabalho valioso é do seu próprio mentor interno e a felicidade é sua por fornecer ao seu mentor a experiência da vida sobre uma relação indiferenciada. Quando praticamos dessa maneira o corpo sempre obedece nossa vontade e o yogi não se decepciona pelo limites gerados, pois o começo de qualquer técnica é um ato de alegria. Ele já sabe que o que busca não está no corpo, portanto é prática passa a ser um fascínio para ele sem desprender energia para realizar seu sádhana, ao contrário o que faz gera mais energia. É isso que predizemos aos praticantes de YogaLivre, sua conquista é a felicidade agora e não um treinamento para ganhar algumas gotas de alegria no futuro.

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