Formação de AYA - 25 de abril a 1 de maio - Rio Tinto

com Edson Moreira e Van Jovino


PRIMEIRO MÓDULO - ASPECTOS CULTURAIS


Com certificação do ĀYĀ – Amazon Yogāśram com sede em São Paulo/Brasil sob a responsabilidade dos Preceptores: Edson Moreira e Vanderléa Jovino.


Muitas são as possibilidades de uso do AYÁ e a versatilidade do método dá ao Preceptor condições de explorar livremente o suporte já que a prática não tem roteiro, não é simétrica, nem repetitiva, não tem séries lógicas nem regras especificas e muito menos critérios de execução que visem um balanceamento das expressões corporais.


Quase tudo é permitido e quem governa a sessão é a sensação do praticante quando submetido aos apelos dos três circuitos gravitacionais. A facilidade da execução das expressões permite-lhe alcançar uma grande permanência em cada manifestação logo na primeira realização. A permanência com isometria muscular e articular, gera no praticante uma ardência profunda no corpo e permite ao espírito pessoal de cada praticante, realizar os ajustes mentais feitos necessários para o caminho da retidão espiritual. A meta advém fito de abrir o sacro libertando a kundaliní, e o coração, para alcançar o que se espera do Yoga, a fusão da personalidade com o Espirito pessoal.


PRECEPTOR DE AYĀ


Assim é, o AYĀ vem de dentro para fora e por essa razão é que não pode ser ensinado genuinamente pelo preceptor. O que principiamos nas sessões são pequenos lampejos dessa luz que somente pode ser acessada pela própria pessoa, e libertada pelo próprio espírito pessoal, já que somente ele, o espírito, tem a chave da revelação do Yogi. Conquanto possamos ajudar não pomos as mãos.


O PRATICANTE


Mesmo sem experiência prévia, conhecimento do corpo e

sobretudo da mente, o praticante na primeira sessão consegue se expressar com grande facilidade e realiza movimentos inimagináveis. Assim acontece por conta das inúmeras percepções espaciais para ver os objetos ao redor e ver-se a si mesmo interagindo com o espaço/tempo. A  relação espiritual é mantida pelo controle das atrações gravitacionais por parte do Pai Universal, do Filho Eterno e do Espírito Infinito. Essas forças são constantes e exigentes, todavia, as expressões inteligentes do praticante permite-lhe alcançar sempre o que espera do espaço/tempo, pois seu corpo está posicionado de maneira confortável cabendo a ele sempre o poder de decidir quando cada pequena oração está concluída. Não há esforço a mais para ficar sentindo cada expressão e por isso o resultado é sempre alcançado pelo prazer, já que ele sente a contraparte da gravidade que é a leveza.


A SESSÃO


Cada sessão é impar e jamais se repetirá. O teatro incita atingir o júbilo nupcial entre o Espírito e a Personalidade para fomentar o desenvolvimento de todas as qualidades que irão alimentar a alma do praticante. Os três circuitos gravitacionais do: Pai

Universal, do Filho Eterno e do Espírito Infinito é o segredo. Tudo é obtido pela auto-entrega.

Não precisa ser amanhã o efeito, no ÁYÁ é agora!


ORIENTAÇÃO ESPACIAL:


A verticalidade, a lateralidade a horizontalidade e as diagonais do espaço tridimensional que nos circunda conferem ao ser humano linhas de movimentos e comunicação com os três Pais e dá-nos

perspectivas diferentes dentro da mente permitindo, no mesmo tempo, ver cada distúrbio por diferentes ângulos. Assim, antes de reacionar, buscar curas e interferir nos processos pessoais que acabam de surgir, o praticante numa sessão, pode descobrir que o fato não é tão grave assim, portanto, cessa a pressa, a apreensão e muitas vezes não foi preciso fazer nada para cessar o incômodo. 


OS EFEITOS:


Os circuitos das gravidades controlam, alimentam e mantém os universos. Aquele que perceber essas três força-presenças em suas vidas podem sentir o quão maravilhoso é o AYÁ ao mostrar os apelos do Espírito nos ajustes dos pensamentos. Quando conhecemos a nossa origem, ficamos mais habilitados para entendemos a nossa natureza pessoal. As dúvidas desaparecem porque a luz chega e estabelece a paz tão aspirada por todos. O melhor, é saber que a mente é uma dotação do Espírito Infinito e que vida se dá dentro dela, portanto ela é um dos melhores presentes advindo de Deus.


PROGRAMA:


A liberdade que perdura, funda-se na realidade da justiça — inteligência, maturidade, fraternidade e eqüidade.

Não confunda a liberdade com a banalidade, esta é sempre insuficiente no estabelecimento de qualidades que alimentem a alma.


• Ambiência Orgânica – mais que uma prática, uma organização na vida

• O conceito AYĀ, cuidar do aluno sem imposição e orientar sem por as mãos

• Os 4 aspectos do AYÁ – Cultural, Cênico, Orgânico e Filosófico

• O que é o ĀYĀ? Ādhāra, mas que um suporte, é uma tomada de consciência da vida natural e espiritual

• Os três circuitos gravitacionais: o da personalidade, o da espiritualidade e o da mente

• Qual público? Todos podem praticar porque o esforço é diminuído na execução das expressões presenciais.

• Como é a prática? Isométrica, suave, assimétrica, respiração silenciosa e expressões espontânea

• Os efeitos - São imediatos porque o praticante consegue realizar e permanecer na posição com prazer.

• Onde pendurar o AYÁ: tetos, tronco e galhos das árvores, vigas de madeiras...

• Os 11 níveis da redāya: dva pāda, dva āsita, dva hasta, dva viparita, dva graha e eka jalika

• A nomenclatura sânscrita – os nomes de Śiva batizam as expressões na prática

• Atitude mental na: Inconsciência, subconsciência, consciência, para-consciência e supra-consciência

• As dificuldades desaparecem com a prática, a confiança volta e o praticante se estabelece pleno

• Planos e ângulos tridimensionais - o praticante ordena, a mente coordena e o corpo intende e faz

• Antropologia - A assimetria é a natureza dos movimentos fora do plano linear criado pelo homem

• A sinergia com a natureza ativa o toróide do sacro, coração, garganta, fronte e culmina na coroa com o despertar

• Comungar com os nossos aspectos invisíveis: Alma e Espírito, propicia a ascensão pelos 7 círculos

• A gravidade traciona o corpo em todas as expressões, por isso eliminamos as dores

• Atitude mental para com o Espírito – a retidão e alcançada pelos ajustes dos pensamentos na direção do Pai do Paraíso

• A bhāvanā no coração com os seis seres invisíveis: Anjo, Alma, Ajustador, Pai, Filho e Espírito Infinito

• Medo, vertigem e pânicos não impedem a prática no ĀYĀ, ao contrário, são emoções aliadas para a evolução e desenvolvimento

• O balanço desperta a criança interna e facilita a transição do ser-animal para o ser-humano

• Os sete espíritos ajudantes da mente: identifique-os, chame-os, desenvolva-se, dote-se e libere-os.

• A circulação do sangue, a capitação do prāna e a produção de serotonina embriaga o praticante, por isso a prática é tão agradável

• Quem pode ser Preceptor de ĀYĀ? Qual idade e status social

• A livre expressão do praticante é YogaLivre

• Liberdade e Retidão – Descubra-se livre e opte pela verdade, bondade e beleza em cada ato de vida

• O mais importante é alcançar a posição sem esforço, com segurança e estabilidade

• A segurança do equipamento transcende a necessidade do uso calculado, portanto entregue-se e confie

• Os cuidados com o suporte assegura a sua vida.

• Concentrar, mais que um ato mental é uma ajuda ao anjo custódio do sopro divino.


7 dias de formação, 6 horas diárias:


dia 25 abril - 9:00 às 15:00 (feriado)

dia 26 abril - 12:00 às 18:00

dia 27 abril - 12:00 às 18:00

dia 28 abril - 13:00 às 19:00 (sábado)

dia 29 abril - 9:00 às 15:00 (domingo)

dia 30 abril - 12:00 às 18:00

dia 1 de maio - 9:00 às 15:00 (feriado)


só temos 7 vagas :)

Yavé — O Deus dos Hebreus


(1052.1) 96:0.1 AO CONCEBER a Deidade, o homem primeiro inclui todos os deuses, em seguida ele subordina todos os deuses estrangeiros à sua deidade tribal, e finalmente elimina todos, exceto aquele Deus de valor supremo e final. Os judeus sintetizaram todos os deuses no seu conceito mais sublime do Senhor Deus de Israel. Do mesmo modo, os indianos combinaram as suas deidades múltiplas “em uma espiritualidade única dos deuses”, retratada no Rig-Veda, ao passo que os mesopotâmios reduziram os seus deuses ao conceito mais centralizado de Bel-Marduk. Essas idéias do monoteísmo amadureceram em todo o mundo, não muito depois do aparecimento de Maquiventa Melquisedeque em Salém, na Palestina. Todavia, o conceito da Deidade, feito por Melquisedeque, era diferente daquele conceito tecido por inclusão, por subordinação e por exclusão, da filosofia evolucionária; era baseado exclusivamente no poder criador, e logo influenciou os conceitos mais elevados de deidade da Mesopotâmia, da Índia e do Egito.

YogaLivre - Centro de Estudos Antropológicos

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