O Yoga no Mundo - Um panorama
Índia, Brasil, USA e Portugãl lidera o mercado do Yoga no mundo. São muitas as escolas e praticantes existentes nesses quatro países. Em todos eles há valiosos professores e praticantes assíduos e ainda uma massa enorme de principiantes que se deleitam com o néctar que jorra das bocas dos seus mentores.
Não tenho dúvida que o Yoga cresceu muito no ocidente e inclusive influenciou o Yoga da Índia com as inúmeras viagens de professores indo e vindo, levando e trazendo informações para o resto do mundo. 
As metodologias foram surgindo tanto lá como aqui para auxiliar de forma mais imediata a vontade do praticante. Surgiram séries estandardizadas e repetitivas, práticas com transpiração ótimas para culturismo nas academias, práticas artísticas e sensuais para o publico das danças, prática para gays e para quem gosta de estar sem roupas, métodos praticados na água, sobre as árvores e em diversos suportes aéreos, ainda práticas circenses de um elevado grau de esmero físico.
Os métodos foram atendendo não só a demanda dos praticantes como também a identidade dos professores ao manifestar suas vontades e ambos se aglutinaram defendendo seus territórios e por vezes tornando inacessível, sob a premissa da incompatibilidade, o acesso dos seus praticantes as demais escolas, o que manifestou por partes dos professores uma manipulação descabida e premeditada.
Ao longo da história o Yoga se manteve e da mesma forma que existiam bons professores também havia aqueles em quem não se podia atribuir votos de confiança por na verdade ultrajar o Yoga. Mas a verdade é que de algum modo contribuindo ou desmerecendo o Yoga ganhou e hoje faz com que ele seja datado com milhares de anos desde o marco inicial da sua criação como é apresentado pela sua história.
Do mesmo modo que as praticas se cruzaram para fundar outros métodos, muitos elementos de outras tradições também penetraram no seio do Yoga trazido da Índia. Daí que encontramos Yoga mesclado com cabala, teosofia, dança, artes marciais, circo, ginástica, xamanismo, terapias, religiões e as filosofias mais variadas sobre o universo e o comportamento do homem, principalmente hoje em que o pensamento holístico, vem somar o que há para ajudar a desvendar a cura e as curiosidades desse homem sobre si mesmo e sobre Deus. 
A era de dividir para reinar passou e agora tudo que se mostra verdadeiro é aglutinador, somador, para que possamos atingir outra vez o princípio das intermináveis probabilidades, dando ao homem o poder de conhecer a si mesmo e desvendar a sua missão no universo. Não serve mais a resignação, a especialidade, o foco é preciso impaciência, generalização e expansão, para entender o grande mistério dessa vida.
Yoga não é criação dos indianos e mesmo que Śiva, tido como o criador do Yoga indiano, não formasse parte da trilogia espiritual deles, é um fato que todas as populações autóctonas do mundo seriam conhecedora desse mesmo Yoga, embora com roupagem diferente quanto a sua prática. 
Após estabelecer paralelos entre as culturas vemos claramente a presença múltipla dessa filosofia espalhada pela terra.  Assim é entre os indígenas da Amazônia que vivem no mesmo ambiente que se supõem ter sido criado o Yoga na Índia, a floresta; o mesmo se dá na Austrália com os aborígenes; na Sibéria com a cultura xamãnica; na Mongólia entre o costume mongol; no Japão com o mesmo poder promovido pelas artes marciais; na África pelos seus encantamentos enfim... Todos os povos primitivos antes da civilização eram sabedores desse mesmo Yoga.
O melhor entre tudo isso é que hoje um número extremadamente grande de humanos são conhecedores e praticantes de Yoga, outro tanto fez pelo menos uma aula e o resto ouviu falar que existe algo assim. Não tardará muito e ele será revelado para todos e quando isso acontecer será natural vindo de dentro para não haver distorções nem disputas, nem criticas, ele será pessoal para cada ser com sua individualidade.

Os Príncipes Planetários

(572.1) 50:0.1 EMBORA pertençam à ordem dos Filhos Lanonandeques, os Príncipes Planetários prestam um serviço tão especializado que são considerados comumente como um grupo distinto. Depois de haverem sido confirmados pelos Melquisedeques como Lanonandeques secundários, esses Filhos do universo local são designados para as reservas da ordem nas sedes-centrais da constelação. Daí são designados para vários deveres pelo Soberano do Sistema, finalmente sendo comissionados como Príncipes Planetários e enviados para governar os mundos habitados em evolução.

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