Não importa a superfície onde atuamos, o Yogi continua o mesmo

O desempenho do Yogi continua sendo igual quando ele sabe transportar sua alma para as novas realizações. O mais curioso é que ele não necessita de escola porque se trata apenas de uma transferência e não propriamente um aprendizado novo. O tempo de adaptação sobre a nova plataforma é mínima e será diminuído conforme o grau de confiança que ele transportar daquilo em que se esmerou. 

Muita gente não entra na água porque diz que não sabe nadar

Na verdade não entra, porque não tem uma escola, mas quando ele submete seu corpo e atravessa o rio o resultado é alcançado. Ele transferiu a eficiência de outra experiência para aquela nova sem ter aprendido a nadar. 

Trata-se de uma harmonia com a gravidade sobre a superfície dos 4 elementos.

A experiência mais vasta do ser humano é sobre a terra onde seus pés estão presos pela gravidade! Na água, um bom número de pessoas não se atreve a entrar! Sobre o fogo, esse número é reduzido brutalmente ao passo que no ar diminuiremos ainda mais nossa coragem! 

Por que o ser humano condiciona sua alma na experiência antiga e não consegue transferir para uma nova?
Quando somos excelentes fazendo Yoga, podemos ser maravilhoso realizando qualquer trabalho

Da mesma maneira que a alma do Yogi é a mesma em todos os seus momentos e ambientes, sua vestimenta, seu corpo, dito de forma lacônica, também não se altera quando ele muda o espaço e troca de experiência. Essas mudanças são e continuarão sendo somente resultado de sua percepção diminuída sobre seu corpo e sobre sua própria alma. O medo censura!

Falta-lhe confiança, surge o medo e fraquejam seus músculos

É preciso soltar a alma daquilo que ela compreende e quando isso for alcançado o Yogi saberá que sua capacidade é permissível sobre qualquer expressão da energia mãe. Śiva dança conforme a vibração e será sempre ela quem o inspirará a viver nas várias ocasiões da existência, mas também a morrer pela inércia causada pela presença de um palco novo, de uma vibração diferente da que ele se condicionou. 

Harmonizando-se com as vibrações, toda experiência alcançada pode ser transferida.

Quando a percepção do Yogi concentra na mesma superfície, pela exploração focada e repetida ele alcança patamares de satisfação, mas ao mesmo tempo, de resignação porque agora toda sua mecânica e maneira de perceber a vida estar condicionada naquele labirinto restrito da sua escola, por isso ele se engana ao pensar que saindo do chão e subindo numa árvore deixará de ser talentoso como consegue ser dentro da gaiola da sua mente focada na escola.

Ao suplantar essa barreira mental e seu samskāra da perfeição sublocado a um lugar, ele desfrutará de todos os espaços com a mesma culminância, pois estará permitido pela expansão da sua mente e confiança a explorar os campos da meditação. Por não se ater a experiência no mesmo ambiente, seu pensamento cessa e a intuição flui como acontece com a cachoeira que antes de cair já era dentro da montanha, fora dela em forma de nascente, ao longo do percurso em forma de riacho, rio e finalmente cascata para voltar outra vez depois de repetidas vezes a ser rio, riacho e finalmente mar.

A proposta do trabalho é mostrar que podemos viajar sendo o mesmo em todos os solos da mente, do mais simples onde habitualmente pisamos como em nossa casa, até os cumes montanhosos e mais pavorosos de nossa mente.

Mesmo quando estamos atuantes no āsana de solo, como será a forma desse curso, que servirá em muito para recordar meus tempos de outrora. Cada posição na qual nossa energia é sujeitada terá sempre que se adaptar a superfície nova e, será quando vamos ver que em muitas delas hesitaremos e nos sentiremos encorajados a desistir pelo samskāra mental da experiência passada. 

O velho assusta, porque pode transparecer novo! Algo como a criança que dialoga perfeitamente com o velho, mas que ficam os dois agonizados com a presença do adulto que no fundo já não sabe que é criança e velho ao mesmo tempo. Criança porque desfruta as coisas que não sabe nem conhece e o motiva a viver, velho pelas experiências que a criança o ajudou a ultrapassar, e ridiculamente adulto para deter os dois de triunfar sem receio sobre a verdadeira superfície da vida, seu coração.

Hoje essa superfície é chamada amor e vem da ardência que não chega a ser a dor. A criança explora o caminho escuro, o outro lado do amor e o velho, o caminho claro pela experiência que palmilhou destemido por sua criança. O Yogi adulto, depois que ganhar a percepção das inúmeras experiências fatídicas, se sentirá atado num trono de ilusão e cairá facilmente quando for convidado a ver outra janela por onde seu espírito temerá em explorar.

O Yogi é acima de tudo um ser livre, mas as escolas o tem desmotivado a se ver assim, ele teme a experiência do outro e pisar em solo estranho é padecer da gloria que um dia pensou ter alcançado.

Vamos mudar essa idéia e por isso proponho esse curso. Quero mostrar que sua prática não passa de um vicio e foi exatamente isso que te incitou a buscar o Yoga para deixar de ser o cara que anda apenas pelas estradas que conhece.
 
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As Personalidades do Grande Universo


(330.1) 30:0.1 AS personalidades e outras entidades, além das pessoais, atualmente em função no Paraíso e no grande universo, constituem um número quase ilimitado de seres vivos. Até mesmo o número de ordens e tipos principais deixaria atônita a imaginação humana, sem falar dos incontáveis subtipos e variações. É desejável, contudo, apresentar algo de duas das classificações básicas de seres vivos — uma sugestão sobre a classificação do Paraíso e um resumo do Registro das Personalidades de Uversa.