Manual do ĀYĀ
Antes de usar o seu suporte leia as instruções 

A ansiedade dos dias de hoje exige rapidez em tudo e temos visto o ser humano correndo para acordar, excretar, comer, trabalhar e voltar para casa. Desse modo pensei algumas vezes se deveria fazer o manual do ĀYĀ já que por falta de tempo e de interesse, muitas pessoas não lêem o manual dos equipamentos que compram para si. É um erro, pois as dicas dos manuais poupam muito tempo, dores de cabeça, resultados melhores e inesperados durante o uso do equipamento. 

Se fosse uma máquina fotográfica até  que se poderia dispensar a falta da leitura do manual, porque sua vida não estaria em risco em praticamente nada. No caso do ÁYÁ é bem diferente, agora trata-se da sua vida. Como sabemos, ao subirmos em um suporte estamos sujeitos as leis da gravidade, que no menor descuido nos arremessará para o chão. De maneira alguma deveríamos cair mesmo quando estivéssemos preparados para a queda. Bater a cabeça no chão por ter feito uma manobra inadequada sobre o ĀYĀ poderá causar danos irreparáveis na vida do usuário e mesmo não me culpando de nada, de certeza que me deixaria muito triste. 

Assim caro amigo é de fundamental importância que você leia esse manual para saber exatamente o que fazer para evitar todos os tipos de erros de execução. É certo que eu posso garantir 100%  de segurança no que preparei para você, mas essa garantia só vai até o aparelho chegar as suas mãos, sendo a partir daí toda a responsabilidade sua. Eu não quero tentar sua cabeça para o perigo, mas apenas para as normas de funcionamentos, armação e disposição que o suporte exige. Por mais segura que seja a confecção do ĀYĀ não garante sucesso em todas as etapas que são necessárias para você poder praticar tranqüilamente  e sem risco algum. 

Uma vez garantida a construção do suporte, agora precisamos saber se a parede, teto ou o galho de uma árvore agüentara a sua armação e isso você precisa saber antes de se por a prova. Mesmo não tendo experiência com determinada etapa da armação do suporte como por exemplo: fixar os paraboltes no teto ou na parede dará para ver claramente se eles ficaram bem colocados, depois quando dermos os nós nas cordas também será fácil ver se eles agüentaram o tranco das manobras, finalmente ao iniciar o uso devemos evitar começar pelos exercícios de inversão optando por ficar pendurado pelos braços ou cintura e testar a carga com um pouco de tempo para ter certeza que não haverá erro. 

Suponhamos que tudo está bem, o ĀYĀ, a colocação dos paraboltes no teto e os nós de união entre a rede e o teto, quando for a sua primeira vez proceda evitando ficar de cabeça para baixo e fique alguns minutos pendurado nas pegas laterais de forma individual, primeiro usando um lado e depois o outro e finalmente use a rede e todas as partes ao mesmo tempo. 

É certo que a carga de exigência de uma pegāyā é maior do que quando usamos as duas porque o peso do seu corpo estará dividido entre as duas, portanto se o tempo que você decidiu foi suficientemente satisfatório utilizando apenas um lado do suporte, então é certo que não cairá quando você estiver utilizado o conjunto todo porque o seu peso ficará dividido entre dois ou 4 pontos conforme decida por uma corda em cada ponto. 

Enquanto no uso de um lado apenas, o vetor de força é para baixo em linha reta, fica muito fácil de ser arrancado o parabolte caso ele não esteja devidamente instalado ou o teto não suporte a exigência do seu peso. Já no uso das duas o vetor de força é diagonal e portando a parede ajuda a diminuir a força para baixo. É fundamental saber se o teto é de cimento porque só ele suporta a puxada das buchas metálicas dos paraboltes.

Bem, considerando que eu fiz esse manual para você será de bom grado que o leia atentamente e possa desfrutar com as dicas e propostas de uma boa prática aérea e ante-gravitacional. Qualquer dúvida que você tiver já sabe que pode me contatar por e-mail, celular ou até fazer-me uma visita em nossa escola.

Os Sete Mundos das Mansões


(530.1) 47:0.1 O FILHO Criador, quando em Urântia, falou das “muitas moradas no universo do Pai”. Num certo sentido, todos os cinqüenta e seis mundos que rodeiam Jerusém são devotados à cultura de transição dos mortais ascendentes; os sete satélites do mundo de número um, todavia, são mais especificamente conhecidos como os mundos das mansões.

(530.2) 47:0.2 O mundo de transição de número um é dedicado inteira e exclusivamente às atividades ascendentes; e é a sede-central do corpo de finalitores designado para Satânia. Esse mundo agora serve de sede-central para mais de cem mil companhias de finalitores, e em cada uma dessas companhias há mil seres glorificados.

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