Kundalinī
 
Oh divina mãe, portadora do graal  e de todos os candelabros da existência terrena. 

Doadora da luz contínua sem atributos diferenciados. Senhora dos sons melodiosos e da fluidez da existência. 

Tu que tão solene está desperta, te fiz dormir nas três viradas e meia da minha ignorância propositada. 

Tu que sois céu livre agora te encontro presa no sarcófago terreno da minha existência. 

Oh, companheira dos meus ciclos de vida, desacredita-me esses nós que dei aos três aspectos do deus-mor e espreguiça-te para beija-me a boca com amor e luz eterna. 

Oh, amada serpente, tu que traz amor na clareza dos meus dias, porque me deixas apenado à porta dos teus sete mundos? 

Oh, mãe das mães terrenas, porque exige de mim sabedoria quando já sou luz? Para que esforço em chegar a ti, se canto as tuas glórias acordado e dormindo? 

Tu não eis bipolar e me fazes crer nisso! Na terra foi chamada mulher para amar os deuses que tu mesma criastes. 

Quem poderá existir sem a tua graça mãe portadora do amor universal? 

Apaga a noção que ganhei de ti e deixa-me aceitar  a tua gratidão de mãe no meu nascimento. 
Se estiverdes dormindo não te vou incomodar porque aceito o teu sono. Se fordes mulher tanto faz porque a tua luz me ensinou amar-te de igual modo. 

Se estiverdes presas na terra melhor será, assim estareis mais próximas da minha condição humana. 

Se teus nós te apertam trata-os de dissolvê-los e deixa-me respirar em paz. Se as tuas portas estão fechadas é da tua volição abri-las. 

Se há um rio para cruzar esperarei que as tuas chamas se abrandem para poder atravessá-lo na paz dos meus dias. 
Sem agonia, agora te vejo melhor porque estou em mim e deixo de acreditar que terei que te incitar para varrer as impurezas da minha mente. 

Oh, criadora da vida, tu que tão inocente sois, agora virastes a doadora da luz para clarear as trevas que tua preguiça criou. 

Se te queres casar comigo outra vez, então trata de abrir os olhos de quem não te compreende, somente assim teremos paz no teu reino e poderemos todos celebrar as bodas da compaixão e do amor universal.

A Administração do Sistema Local


(509.1) 45:0.1 O CENTRO administrativo de Satânia consiste em um agrupamento de esferas arquitetônicas, em um total de cinqüenta e sete: a própria Jerusém, sete satélites maiores e quarenta e nove subsatélites. Embora Jerusém, a capital do sistema, tenha quase cem vezes o tamanho de Urântia, mesmo nessa proporção, a sua gravidade é ligeiramente menor. Os satélites principais de Jerusém são os sete mundos de transição, cada um deles sendo cerca de dez vezes maior que Urântia; enquanto os sete subsatélites dessas esferas de transição têm aproximadamente o tamanho de Urântia.

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