Atitude mental

A nossa confiança deve ser inabalável e mesmo que seja questionada por outras pessoas há que saber explorar os desafios sem causar danos a ninguém principalmente a nós mesmos.

É muito comum que as pessoas sintam medo por nós e vice versa. Eu já tive que descer de uma árvore por que um aluno chegou ao pé dela e implorou para que eu descesse. Ele estava agoniado e me fez descer para sanar seu medo.

Isso é notório e a razão é simples, ficamos incomodados pelo outro porque somos ele. Nossas diferenças são apenas de experiência e mesmo quando somos mais hábeis, como era esse caso, tive que baixar porque vi que era de verdade a agonia do moço. Naquele momento eu senti também o medo dele e hesitei continuar.
 
Outra vez numa cachoeira quando estava a demonstrar foi igual. Após ter iniciado o trabalho de āsana sobre as pedras vi que muita gente estava a olhar-me e as caras não eram de alegria, senão de pânico e foi uma experiência ruim e, sobretudo insegura, pois não me senti a vontade fazendo aquela prática. 

Os vetores de medo dos assistentes influenciaram-me sobremaneira e por isso algumas posições eu não consegui realizar como firmeza e destreza. Paciência! 

Quando temos assistência, já é sabido que nos influencia e os medos somente são superados quando vemos e temos a certeza que a pessoa que executa o trabalho não cairá.

Lembre-se do seu estado quando estava no circo vendo os trapezistas, quanta adrenalina segregavam nossas supra-renais simplesmente por estarmos vendo o outro realizando sua proeza. 

Tenho certeza que quando acontecem os acidentes é pela vibração externa, pois o treinamento para chegar naquele momento é fora do comum e a meu ver não falharia se os assistentes fossem todos conscientes da destreza do circense e mantivessem seguros dos seus próprios medos para não influenciar negativamente o artista.

Por essa e outras razões, antes de realizar o trabalho é importante falarmos com o público tranqüilizando, explicando e pedindo para que enviem somente vetores energéticos positivos e que ajudem a aumentar a confiança do realizador. Isso serve para frear a negativa deles.

Recorde-se que os cavalos derrubam o montador quando ele exalar cheiro de adrenalina e  com pouca confiança mental, nessa hora ele vai para o chão. 

A cavalo precisa que o montador seja confiante, pois isso lhe tranqüiliza também.

Cada praticante deve se responsabilizar pelo trabalho que faz sobre um equipamento AYA. Não tem desculpa nem culpa a arremeter para ninguém. 

Ao se submeter á experiência faça-a com convicção e deixe de lado seus receios prematuros, caso contrário poderá falhar e todo o resto da operação se tornará frustrante.

Sua mente deve ser inquebrantável, firme, positiva alinhada a sua vontade e conseqüentemente ao saber que te iluminará para ter uma experiência perfeita e salutar. 

Aprenda a confiar nos seus atos e a tranqüilizar a quem estiver por perto nos seus momentos de agonia, especialmente quando o desespero derivar das suas ações.



Numa das minhas experiências com o AYA fui escalar um Angelim Pedra de 50 metros de altura e quando estava sobre o galho de ancoragem ficamos sentados para descansar do esforço de subir pelas cordas. 

Trata-se de uma das maiores árvores da Amazônia e amarrado pela cintura sem nenhum perigo de cair, pelo menos é o que garantia o líder da expedição, pus-me a brincar no AYA depois que o guia armou-o num galho um pouco acima de nossas cabeças. 

Foi mágica essa experiência e minha vontade era tirar todo aquele equipamento e ficar apenas na rede desfrutando da altura, da beleza e da profundidade de campo que era quase infinita sobre o dossel da imensa floresta Amazônica. 

Também era bom quando me punha de cabeça para baixo e avistava ao longe a terra distante dos meus pés.

A segurança parecia perfeita e de fato foi inquebrantável naquele dia longo de aventura, e porquanto eu insistisse em tirar a cadeirinha da escalada da minha cintura, Dudu, o guia, não permitiu porque ameaçava a segurança dele, do trabalho que fazia naquele momento e também a minha segurança pessoal que embora fosse interminável para mim, para ele poderia a qualquer momento acontecer algo movido pela natureza e me fazer desequilibrar.

É um fato que naquele dia tudo ficou muito tranqüilo, com jeito eu consegui permissão para tirar o capacete, em seguida os tênis e logo os assessores que me prendiam a corda mestra e que serviram para elevar-me até o topo da árvore. 
É certo que ampliei minha liberdade lá em cima e o que antes parecia um obstáculo transformou-me em mais um suporte.

Foi quando comecei a brincar na corda da escalada que no princípio se mantinha tencionada, mas logo descobri que ela poderia permanecer sempre sem tensão e foi quando me convenci que não precisa retirar a corda de segurança mestra para mostrar minha destreza sobre aquele imenso galho do Angelim. Ufa! Foi fantástico.

Relato essa experiência para enfatizar que minha certeza era tão grande naquele momento que nada me abalava. 

Estivemos várias horas sentados sobre o galho enquanto passava uma forte chuva com vento. Logo a chuva passou e o sol brilhou outra vez exatamente sobre o AYA e isso deu excelentes fotos ao Nando, com sua habilidade conseguiu obter fotografias fantásticas do que eu realizava na rede e são essas que ilustram esse manual.

Naquela experiência tive com o suporte em primeira expressão a árvore, depois  o AYA  e finalmente a corda com a cadeirinha.

Bom, depois que descemos dispomo-nos a falar sobre o que havíamos feito sobre a árvore. Todos os presentes na viagem foram unânimes em dizer que estavam super tranqüilos com tudo o que eu realizava sobre ela. 

Um fato é observável, nenhum deles se mostrou à-vontade para realizar seja o que fosse com a rede, no galho, nem sequer com a corda da escalada. 

A discussão começou a pesar porque eles, depois de tudo ter passado, argumentaram que eu não precisava retirar a corda de segurança e eu achava que podia sim! Já que não houver nenhum momento de fragilidade emocional, muito menos mental, que tivesse ameaçado minha vida naquele dia. 

Eu insisti, mas no final eles ganharam e, eu acabei por concordar que não valeria para nada retirar essa proteção já que ela não impediu os meus movimentos. É certo que concordamos que a cadeirinha poderia ser feita apenas de fita e sem metais para facilitar ainda mais os meus movimentos. 

Hoje apesar da vontade de ficar livre lá em cima, decidi por manter em concordância que não é mesmo preciso. De todo modo vale dizer que com ou sem corda à segurança mental deve ser inabalável para que não ocorra nada em contrário do que esperamos dentro e fora dos ensaios ao realizamos com a prática com os suportes.

Fica um alerta para que todos que venha a se aventurar com esse equipamento, que o risco deve ser sempre minimizado, especialmente quando ele puder comprometer a vida por uma única vacilada. Na verdade caindo de uma árvore de 50 metros não restaria muito de mim para contar essa linda história.
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A Evolução dos Universos Locais


(357.1) 32:0.1 UM UNIVERSO local é obra pessoal de um Filho Criador do Paraíso, da ordem dos Michaéis. Consta de cem constelações, das quais cada uma abrange cem sistemas de mundos habitados. Cada sistema conterá, afinal, aproximadamente mil esferas habitadas.

(357.2) 32:0.2 Esses universos do tempo e do espaço são todos evolucionários. O plano criador dos Michaéis do Paraíso segue sempre o caminho da evolução gradual e do desenvolvimento progressivo das naturezas e capacidades físicas, intelectuais e espirituais das múltiplas criaturas que habitam as variadas ordens de esferas compreendidas em um universo local.

(357.3) 32:0.3 Urântia pertence a um universo local cujo soberano é o Deus-homem de Nébadon, Jesus de Nazaré e Michael de Sálvington. E todos os planos de Michael para esse universo local foram integralmente aprovados pela Trindade do Paraíso, antes que ele embarcasse na suprema aventura do espaço.